Existe um mito recorrente no mercado de incorporação e construção: o de que projetos bem executados dependem, sobretudo, de bons projetistas. É uma meia verdade perigosa. Profissionais talentosos, sem um sistema de gestão que os ampare, produzem resultados inconsistentes: bons em um empreendimento, medianos no seguinte. O que realmente diferencia uma operação madura de uma operação amadora não é o talento individual. É a existência de um sistema capaz de repetir qualidade, prazo e controle, empreendimento após empreendimento.

Esse sistema costuma se sustentar sobre três pilares: padronização, validação em etapas e disciplina de prazos integrada ao restante do negócio. Nenhum deles depende de tecnologia sofisticada ou de talento excepcional. Dependem, isso sim, de disciplina institucional e da coragem de documentar aquilo que, no dia a dia, normalmente fica apenas na cabeça de quem “já sabe como se faz”.

 

Padronizar não é engessar, é liberar tempo para o que importa

Padronização bem aplicada não significa impor rigidez criativa. Significa eliminar do fluxo de trabalho tudo aquilo que não precisa ser reinventado a cada projeto. Detalhes construtivos recorrentes, especificações técnicas que se repetem, critérios de acabamento já testados: quando esse tipo de decisão está documentado e acessível, a equipe deixa de gastar energia resolvendo o que já foi resolvido e passa a dedicar tempo ao que de fato exige criatividade e julgamento técnico em cada novo empreendimento.

A lição para qualquer gestor de projetos, dentro ou fora da construção civil, é direta: todo processo que se repete sem gerar diferenciação deveria estar documentado, não reinventado. O tempo da equipe é o recurso mais escasso, e padronização bem feita é, na prática, uma forma de comprá-lo de volta.

 

Qualidade não se verifica no fim, se constrói em etapas de validação

Um erro comum, e perigoso, é tratar o controle de qualidade como uma checagem final. Modelos de gestão mais maduros trabalham de outra forma: validam a execução em pontos estratégicos ao longo do processo, e não apenas na entrega.

Verificar fisicamente uma primeira execução antes de replicá-la em escala permite identificar dificuldades pontuais enquanto ainda é barato corrigi-las. Testar um protótipo completo antes da produção em série revela problemas de sistema, de posicionamento e de integração que nenhuma planta em papel consegue antecipar. O princípio por trás disso é simples de enunciar e difícil de praticar: erro identificado cedo custa uma correção; erro identificado tarde custa uma multiplicação. Validar em etapas, fisicamente, antes de escalar, é uma prática de gestão de risco tão aplicável a um canteiro de obras quanto a qualquer processo produtivo repetitivo.

 

Prazo não é meta isolada, é engrenagem de um sistema maior

Um cronograma de projetos raramente existe sozinho. Ele viabiliza as etapas seguintes: levantamento de custos, contratação de fornecedores, início de obra, atendimento ao cliente. Tratar prazo como número isolado, desconectado do restante do negócio, é um dos erros mais frequentes em gestão de projetos. Prazos bem calibrados não são definidos pela conveniência da equipe que os cumpre, e sim pela necessidade das áreas que dependem deles.

Há também um refinamento tático que vale destacar: dividir o escopo em frentes que avancem de forma escalonada, para que, assim que uma parte é entregue, a equipe siga imediatamente para a próxima, sem tempo ocioso entre etapas. A metodologia BIM está ai para auxiliar também nesta dinâmica. É a lógica do fluxo contínuo aplicada à gestão de projetos. Nenhuma equipe deveria ficar esperando por um trabalho que já poderia ter começado.

 

 

O que fica?

Padronizar o que se repete. Validar em etapas antes de escalar. Tratar prazo como parte de um sistema maior, não como número isolado. É essa transição, do conhecimento tácito para o processo replicável, que separa empresas que crescem de forma sustentável daquelas que crescem apesar de si mesmas.

 

Onde a estrutura entra nessa equação

Os três princípios acima têm algo em comum: todos dependem de decisões tomadas cedo, antes que o custo de mudar de ideia se torne alto. E poucas decisões pesam tanto nesse momento quanto as que envolvem a estrutura.

Um sistema estrutural definido na concepção do empreendimento não é apenas uma questão de cálculo. É uma decisão que influencia prazo, viabilidade, liberdade de arquitetura e custo final de obra, muito antes de qualquer peça ser dimensionada. Envolver o projetista estrutural nessa fase, e não apenas depois que as premissas já estão fechadas, costuma ser a diferença entre corrigir uma rota e conviver com ela até o fim da obra.

Na SIGMA1, esse é justamente o ponto de partida: entender o problema antes de propor a solução, questionar premissas quando existe um caminho melhor e tratar cada estrutura como parte de um empreendimento inteiro, não como um cálculo isolado. Do mais simples ao mais complexo, todo empreendimento ganha quando a engenharia entra cedo na conversa.

 

A construção civil sempre operou como um sistema reativo: decisões no canteiro, alta variabilidade e baixa previsibilidade. Esse modelo está ficando caro — e insustentável.

O que está acontecendo no mercado

A industrialização transforma o canteiro em uma linha de montagem. Elementos são produzidos fora da obra, em ambiente controlado, e instalados no local — com mais precisão, menos desperdício e muito mais previsibilidade.

Esse movimento já é consolidado em mercados maduros e ganha força crescente no Brasil, impulsionado por uma necessidade clara: produzir mais, com menos incerteza. O mercado já entendeu a questão. Não é mais se vão industrializar e sim quando.

 

Por que isso é melhor para construtoras e incorporadoras

A industrialização não é apenas ganho técnico. É ganho direto de negócio.

  • Prazo: produção e execução em paralelo reduzem significativamente o tempo de obra
  • Custo: padronização elimina erros, retrabalho e desperdício
  • Qualidade: fabricação em ambiente controlado aumenta precisão e desempenho
  • Previsibilidade: menos dependência das variáveis do canteiro

O impacto no negócio é direto: melhora de margem e maior capacidade de escala.

 

O erro mais comum: industrializar a obra sem mudar o projeto

Existe um ponto crítico que ainda trava muitas empresas. Elas tentam industrializar a execução, mas mantêm a mesma lógica de projeto.

Industrialização exige decisão antecipada, modulação, repetição e compatibilização total. Sem isso, o ganho se perde ainda na prancheta.

É por isso que a engenharia estrutural deixa de ser suporte técnico e passa a ser um agente direto de eficiência.

 

De diferencial a critério de sobrevivência

A industrialização já não é vantagem competitiva. É critério de sobrevivência. Empresas que incorporam essa lógica reduzem risco, aumentam previsibilidade e operam com mais inteligência. Quem permanece no modelo tradicional continua absorvendo variabilidade e pagando por ela.

Na SIGMA1, esse olhar se traduz em soluções como as estruturas Puzzle, desenvolvidas pela empresa, que combinam o conceito de núcleos rígidos em estruturas metálicas com a produtividade de elementos pré-moldados e a eficiência estrutural de sistemas monolíticos em concreto armado.

Industrializar não é sobre tecnologia. É sobre controle. E esse controle começa no projeto.

Após passar por Rio de Janeiro e São Paulo, agora foi a vez de Brasília receber a SIGMA1 para mais um curso de “Projetos de Lajes Protendidas em Edifícios”, promovido pela ABECE nos dias 10 e 11 de abril. O curso, ministrado pelo sócio-diretor Eng. Mauricio Sgarbi, transcorreu de forma muito agradável e teve efetiva participação de todos, com muitas trocas de experiências.

 

O próximo curso será realizado em Maceió-AL, entre os dias 19 e 20 de Junho . Mais informações no link a seguir:

http://site.abece.com.br/index.php/ultimas-noticias-2/2540-em-maceio-curso-sobre-projeto-de-lajes-protendidas-em-edificios”

A SIGMA1, através do seu Sócio-Diretor Mauricio Sgarbi , ministrará mais um curso PROJETO DE LAJES PROTENDIDAS EM EDIFÍCIOS, desta vez na sede da ABECE. É mais uma iniciativa da SIGMA 1 e ABECE em prol do fortalecimento da Engenharia Estrutural Brasileira

 
CURSO ABECE
São Paulo / SP

 

 

 

PROJETO DE LAJES PROTENDIDAS EM EDIFÍCIOS
Motivação do Curso:
A construção Civil está sempre em evolução. A modernização de procedimentos existentes e novos processos surgem a cada dia. É fundamental que todos da cadeia construtiva estejam sempre atualizados com as novas tecnologias. A técnica da Protensão em edifícios pode possibilitar soluções estruturais com grandes vantagens em relação às opções convencionais.Objetivo:
Ampliar ou introduzir o conhecimento dos alunos em aspectos teóricos e práticos relacionados o projeto de Lajes Protendidas em Edifícios.Tópicos do Curso:1) Conceitos básicos de Concreto Protendido.
• Introdução e motivação da utilização;
• Vantagens;
• Tipos de Protensão;2) Análise e Dimensionamento
• Consideração da Protensão na Estrutura: Cargas Equivalentes e Método das Seções;
• Níveis de Protensão;
• Tensões: Verificações de Estado limite de serviço;
• Perdas de Protensão;
• Estado Limite Último: Dimensionamento das Armaduras Passivas;
• Punção;3) Sistemas Estruturais de Lajes Protendidas
• Tipos de Sistemas Estruturais: características, aplicações, vantagens e desvantagens;
• Recomendações de limites de esbeltez;
• Verificações do Estado Limite de Serviço de Deformações Excessivas;
• Recomendações Gerais de Detalhamento;4) Modelos para Análise de Estruturas Protendidas
• Protensão como Carga Equivalente: Estrutura Real x Modelos Simplificado e Refinado
• Pórtico Equivalente
• Método dos Elementos Finitos e Grelhas
• Comparação dos Resultados dos Modelos.5) Aplicações em Projetos
• Exemplos de Projetos em Concreto Protendido;
• Demonstração de Desenhos de Traçados, Elevações e Armaduras Passivas
• Justificativas para a Utilização da Protensão nos Projetos
• Exemplos de Projeto em Concreto Armado, justificando a não aplicação a ProtensãoPúblico-alvo:
– Engenheiros Civis
– Estudantes de Engenharia Civil que tenham cursado disciplinas de Concreto Armado.Investimento:

Inscrições Associados e Estudantes Não Associados
Até 16/03/15 R$ 550,00 R$ 750,00
Após 16/03/15 R$ 600,00 R$ 800,00
Horário das aulas:
8 às 17h

Local: 
São Paulo/SP
ABECE
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1993

 

Instrutor: Engenheiro Mauricio Sgarbi
Engenheiro Civil formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF)
Mestre em ciências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ)Professor do quadro permanente da Universidade Federal Fluminense (UFF)Sócio-Diretor da SIGMA 1 CONSULTORIA E PROJETOS, atuando na elaboração de Projetos Estruturais e Fundações para diversas construtoras de todo o país.Foi um dos palestrantes brasileiros no 1º Congresso Latino-Americano de Concreto Protendido (SELAP) realizado em Campinas-SP.Ministra diversos cursos e palestras nas principais cidades do Brasil, sobre temas relacionados à Modelagem Estrutural e Concreto Protendido.

 

Inscreva-se: http://site.abece.com.br/index.php/fichas-de-inscricoes
Informações: (11) 3938-9400 I E-mail: divulgacao@abece.com.br

 

SIGA-NOS:
ABECE – Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1993, conj. 61 – São Paulo – SP
Fone: 11-3938-9400 – Fax: 11-3938-9407 – email: abece@abece.com.br

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MODELAGEM DE PAVIMENTOS DE EDIFÍCIOS 

EM CONCRETO PROTENDIDO

Data: 02/10/2014 (quinta-feira) – Horário: 20h30

 

Expositor:  Mauricio Sgarbi

Engenheiro Civil pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em 2005. Mestre em ciências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ) pelo Programa de Engenharia Civil (Área de Estruturas) em 2008, com a dissertação: “Contribuição da rigidez a flexão das lajes para a estabilidade global de edifícios”. Foi sócio da CSP PROJETOS E CONSULTORIA desde 2007 (colaborador desde 2005), atuando em auditoria e execução de Projetos Estruturais para as maiores construtoras em todo o Brasil, com edifícios residenciais, comerciais e estruturas especiais, em concreto armado, protendido, estruturas pré-fabricadas e estruturas metálicas. Sócio-Diretor da SIGMA1 CONSULTORIA E PROJETOS desde 2011, atuando na elaboração de Projetos Estruturais para diversas construtoras de todo país, principalmente no Rio de Janeiro.

 

Professor do quadro permanente da Universidade Federal Fluminense (UFF) desde 2010, ministrando as disciplinas de Resistência dos Materiais e Estruturas de Edifícios I. Ministra diversos Cursos e Palestras nas principais capitais do Brasil. Os temas são sempre relacionados a Engenharia Estrutural, principalmente Modelagem e Protensão.

 

A transmissão ao vivo desta palestra conta com o patrocínio de:

 

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Este evento conta com o apoio institucional de:

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Inscrições gratuitas pelo e-mail: divtec@ie.org.br.

Transmissão ao vivo da palestra pelo site do INSTITUTO DE ENGENHARIA – www.ie.org.br
(para assistir a transmissão ao vivo da palestra, não é necessária inscrição)

Local: Instituto de Engenharia
Av. Dr. Dante Pazzanese, 120 – V. Mariana – SP
Estacionamento próprio

Instituto de Engenharia – Divisões Técnicas
Av. Dr. Dante Pazzanese, 120 – Vila Mariana – São Paulo – SP
CEP: 04012-180 – Tel.: (11) 3466-9250

Departamento de Engenharia do Habitat e Infraestrutura
Divisão de Estruturas

Os engenheiros Maria Isabel Tavares e Rafael Lopes participaram nos dias 12 e 13 de setembro do II Seminário Latino-Americano de Protensão (SELAP), o evento foi realizado no hotel Panamby Grarulhos em São Paulo.

 

O II SELAP reuniu pesquisadores, empresas, profissionais e estudantes de engenharia civil nos assuntos atinentes ao meio da protensão. Foram realizadas palestras e mini-cursos de forma a criar oportunidades para utilização e desenvolvimento da protensão nas suas diversas modalidades.

 

Dentre as diversas presenças ilustres que marcaram presença no II SELAP, vale destacar a do Dr. Bijam O. Aalami, fundador da ADAPT Corporation com renome mundial em análise e concepção de estruturas em concreto com especialização em protensão.

O Sócio-diretor da Sigma1 Eduardo Cabral participou no ultimo dia 08/09 do Curso “Fundamentos de Projeto de Fundações em Estacas” ministrado pelo renomado Professor e Consultor Bengt Fellenius.

O  Prof.  Fellenius  é  um renomado  engenheiro geotécnico  com  enorme experiência  em  fundações profundas  e  interpretações  de desempenho  de  Provas  de Carga  Estáticas,  Célula Bidimensional,  Ensaios  de Carregamento  Dinâmicos,  etc.

Sueco,  atua  no  Canadá  desde 1972  sendo  Projetista  e Consultor  Internacional.  Até  a presente  data  tem  341 publicações  entre  livros  e “papers”.

O curso promovido pela ABACE na sua sede em São Paulo (SP), acontecido nos dias 11 e 12 de maio de 2012, reuniu 38 participantes e já está sendo reprogramado uma nova data.

O curso, ministrado pelo nosso diretor Maurício dos Santos Sgarbi Goulart apresentou as principais situações presentes no projeto estrutural de edifícios, por meio da abordagem conceitual de modelos e da apresentação de análises estruturais com exemplos reais, utilizando o que existe de mais avançado no mercado de software para análise estrutural .

 

[su_row][su_column size=”1/2″][blockquote]Gostaria de compartilhar com os colegas a grande satisação que tivemos em acompanhar o curso promovido pela ABECE em São Paulo versando sobre o tema “Modelagem de Estrutura de Edifícios”, ministrado de maneira brilhante pelocolega eng. Maurício Sgarbi. Sugiro aos colegas que tiverem  oportunidade que façam o curso em sua próxima edição.  Também parabenizamos a ABECE por mais esta iniciativa.[/blockquote]

Cid Guimarães
Escritório Técnico Cid Guimarães

[/su_column] [su_column size=”1/2″][blockquote]Gostaria de agradeecer e parabenizar o prof. eng. Maurício Sgarbi pelo brilhantismo durante o curso ministrado em São Paulo, promovido pela ABECE. O mesmo soube transmitir seus sólidos conhecimentos teóricos aplicados a casos reais de estruturas de concreto armado e protendido. Ao professor, meus sinceros agradecimentos.[/blockquote]

Ewerson Lúcio Marcelino
Poços de Caldas/MG

[/su_column][/su_row]

 

Participação de Eduardo Cabral no curso de “Execução e Interpretação de Ensaios de Cone (CPT) Piezocone (CPTU)” realizado na UNICAMP nos dias 29 e 30 de agosto.

Os responsáveis por ministrar as aulas foram Haroldo Giacheti, engenheiro civil, mestre e doutor em Geotecnia pela EESC-USP, e Paulo José Rocha de Albuquerque, engenheiro civil, mestre e livre-docente pela Unicamp e doutor pela Escola Politécnica da USP.

O curso Modelagem de Estruturas de Edifícios, ministrado pelo eng. Mauricio dos Santos Sgarbi Goulart, foi realizado em Florianópolis (SC), nos dias 28 e 29 de março de 2014, com apoio da ABECE, por intermédio da Regional SC/Leste.
Com o objetivo de apresentar os diversos modelos numéricos possíveis para a análise em estruturas de concreto, capacitando o engenheiro estrutural para a escolha do melhor modelo para cada situação de projeto, o instrutor fez uma abordagem conceitual dos modelos e apresentou resultados da análise estrutural, através de exemplos reais.
Foram tratadas as principais situações presentes no projeto estrutural de edifícios, adotando-se desde modelos simplificados até os mais sofisticados, utilizando o que existe de mais avançado no mercado de softwares para análise estrutural.
Engenheiro civil pela UFF (Universidade Federal Fluminense) e mestre em Ciências pela COPPE/UFRJ pelo Programa de Engenharia Civil (Área de Estruturas) com a dissertação “Contribuição da rigidez a flexão das lajes para a estabilidade global de edifícios”, o eng. Maurício Sgarbi é nosso diretor, e atua na execução e controle de qualidade de projetos estruturais e geotécnicos nas áreas predial, industrial e portuária, além de ser professor da UFF desde 2010, ministrando as disciplinas de Resistência dos Materiais e Estruturas de Edifícios I.